Arquivo mensal: abril 2012

Xingu O Filme

Três jovens irmãos (Villas-Bôas)  decidem mudar suas vidas drasticamente. Em busca de aventuras saem em uma expedição por terras desconhecidas, o que não imaginavam era como mudariam as vidas de muitas outras pessoas durante sua longa jornada.

Este é o enredo de XINGU O Filme, que retrata a vida de Orlando Villas-Bôas (Felipe Camargo), 27 anos, Cláudio Villas-Bôas (João Miguel), 25, e Leonardo Villas-Bôas (Caio Blat), 23 anos e de muitos povos indígenas afetados drasticamente pela ambição do Homem Branco. Sob fotografias lindíssimas de nosso País, o Filme busca retratar uma passagem importânte da história do Brasil e dos povos indígenas que habitavam a região do XINGU naquela época, mostrando o lado desumano do homem branco e o esforço incansável dos irmãos para manter viva a cultura dos povos que habitam a região.

Um filme onde os mocinhos também são bandidos e os esforços para minimizar o impacto do contato com o homem branco são apresentados de forma clara e objetiva. A delimitação do Parque Indígena do XINGU mostra-se como última saída para manter os diversos povos indígenas vivos e protegidos por tempo indeterminado das ações de “desenvolvimento” do País.

Não vou entrar em detalhes sobre o filme, pois acredito que você deve tirar suas próprias conclusões ao conferir este longa metragem de lindas paisagens brasileiras. No entanto, não há como entrar no tema do filme sem falar um pouco dos índios que habitam o Parque e suas características, portanto desponibilizo a seguir um material muito legal ao qual tive contato e gostaria de compartilhar com vocês para apreciação.

Durante as filmagens (obviamente) nossos atores e produtores brasileiros tiveram contato com diversos povos indígenas e nada melhor do que o contato direto e convivio para se ter a real noção do quão diferente são suas crenças e como devemos respeita-los. Abaixo segue um breve relato do ator Caio Blat sobre seu convívio com os índios, vale a pena conferir para entender um pouco dessas culturas extraordinárias.

Parque Indígena do XINGU

  • 26,4 mil quilômetros quadrados;
  • 2.825.470 hectares de mata virgem;
  • 16 povos indígenas habitam a área;
  • 50 anos de existência;

Povos que habitam o Parque Indígena do XINGU (população aproximada):

  • AWETI (195);
  • IKPENG (459);
  • KALAPALO (385);
  • KAMAIURÁ (467);
  • KAWAIWETÉ “KAIABI” (1.193);
  • KISÊDJE “SUIÁ” (330);
  • KUIKURO (522);
  • MATIPU (149);
  • MEHINAKO (254);
  • NAFUKUÁ (126);
  • NARUVÔTU (69);
  • TAPAYUNA* (60);
  • TRUMAI (97);
  • WAURÁ (409);
  • YAWALAPITI (156);
  • YUDJÁ (JURUNA) (348).

Fontes: Ipeax 2011 / Unifesp 2010 / Funai 2003.

* Estimado a partir de levantamento de Kamani
Kĩsêdjê (2006).

Obras da Hidrelétrica Belo Monte

Segundo o filme, a 50 anos o parque se mantem vivo e intacto, preservando sua fauna e flora, assim como as populações indígenas que habitam a região. Nenhuma influência do homem branco foi observada até a chegada da Hidrelétrica de Belo Monte.

Os impactos causados na Volta Grande do Xingu, que banha diversas comunidades ribeirinhas e duas Terras Indígenas – Juruna do Paquiçamba e Arara da Volta Grande, ambas no Pará -, serão diretamente afetadas pela obra, além de grupos Juruna, Arara, Xypaia, Kuruaya e Kayapó, que tradicionalmente habitam as margens desse trecho de rio. Duas Terras Indígenas, Parakanã e Arara, não foram sequer demarcadas pela Funai. A presença de índios isolados na região, povos ainda não contatados, foram timidamente mencionados no parecer técnico da Funai, como um apêndice.

Fonte: problemasambientais.com.br

Busque as aldeias dos povos indígenas do XINGU atravé do Google Earth!

Quem sobrevoa a região nordeste do estado de Mato Grosso se depara com
uma das mais impressionantes cenas de contraste entre conservação e
degradação ambiental.
O que se vê é uma enorme mancha verde de floresta muito conservada, literalmente
ilhada em um mar de pastagens, plantios e solos expostos de áreas
desmatadas e abandonadas.
A floresta, em muitos locais geometricamente recortada sem considerar limites
naturais, é uma ilha de biodiversidade com 26,4 mil quilômetros quadrados, equivalente
ao tamanho do estado de Alagoas, encravada na zona de transição entre o
Cerrado e a Floresta Amazônica, os dois maiores biomas brasileiros.
Mas ao observador mais atento, não escapará a percepção das pequenas clareiras,
geralmente circulares, ocupadas por construções cobertas com folhas de palmeiras
de arquitetura e distribuição espacial muito singulares. São as aldeias indígenas onde
vivem em relativa segurança 16 povos indígenas, somando quase seis mil indivíduos.
Esse é o PIX – Parque Indígena do Xingu, uma das maiores e mais antigas áreas
protegidas criadas no Brasil e uma das mais importantes e bem sucedidas experiências
de conservação da diversidade cultural e ambiental brasileiras.

Almanaque Socioambiental – Parque Indígena do Xingu 50 anos

Rio Xingu

Almanaque Sócioambiental – Parque Indígena do XINGU

Para quem se interessou pelo Parque Indígena do Xingu, abaixo segue o link para download do “Almanaque Socioambiental – Parque Indígena do Xingu 50 anos” que possui muitas informações interessantes sobre o parque e povos que o habitam.

http://www.socioambiental.org/loja/detalhe_download.html?id_prd=10380

Vale a pena ir ao Cinema conferir esta abordagem da história do Parque Indígena do Xingu! Não perca a chance de ver um pouco da história destes povos indígenas nas telonas.

Fazendo a diferença:

E para você que quer fazer a diferença, abaixo alguns movimentos em busca da preservação dos povos do Xingu:

  1. Xingu 50 Anos
  2. Movimento Xingu Vivo
  3. Instituto Socioambiental
  4. Cinedela (Belo Monte – Anúncio de uma guerra):

II Bicicletada

Depois do sucesso que foi a I Bicicletada, muitos amigos vinham nos perguntar da próxima. Então, atendendo à pedidos, segue a II Bicicletada EACH – USP.

O Intuito é percorrer várias ciclovias da cidade, por isso essa será na Zona Norte! Leiam a descrição abaixo com Atenção!

ONDE: Ciclofaixa da Zona Norte (liga o Sesc Santana à Praça Heróis da FEB)
QUANDO: Dia 22 de abril (domingo)

CONCENTRAÇÃO PARA QUEM VAI COM BICICLETA PRÓPRIA: 9h30 no Parque da
Juventude, próximo à saida do metrô Carandiru – ETEC.

CONCENTRAÇÃO PARA QUEM VAI ALUGAR BICICLETA: 9h bicicletário do metro
Santana (fica na saída para a Av. Cruzeiro do Sul).

PORQUE: Além promover saúde, lazer, visibilidade do ciclista e
incentivar a integração da bicicleta aos meios de transporte, essa
bicicletada tem um motivo especial.
O dia 22 de abril é o Dia da Terra, que também é marcado pela Campanha
Rio+Você, onde a juventude global se mobilizará pela Conferência
Rio+20!

O QUE LEVAR?
Àgua, protetor solar, alimento (haverá um Pic nic colaborativo
proposto pela Campanha Rio + Você e o desafio é levar uma preparação
vegetariana (vegana)! ).
Usar roupas leves!

COMO IR:
Aos domingos o metrô é liberado para a circulação de bicicletas
durante todo o funcionamento do metrô, das 04h40 à meia-noite. As
bikes devem ser transportadas junto ao seu dono, sempre no último
vagão do metrô. Deixe o carro em casa! Use o transporte público.
Quem não tem bike: aluguel no bicicletário do metro Santana (ATENÇÃO:
ver informações completas abaixo)
Quem tem mais de uma bike: que tal emprestar para um amigo? Se não
conhece ninguém que precise, entre em contato conosco, podemos
conhecer alguém que precise.

Contaremos com a presença dos Bike Anjos durante o percurso. Além
disso, a ciclofaixa conta com um serviço gratuito de assistência à
bikes que possam apresentar algum problema.

Sorteio de brindes!!! 😉

Vamos mostrar para Cidade de São Paulo que queremos uma
Cidade mais Sustentável! Vamos pedalar!!!

Informações sobre o aluguel de bicicletas no metrô:


As bicicletas podem ser alugadas no bicicletários do metrô SANTANA,
que é o mais próximo do nosso percurso.

As formas de aluguel são:
– com cartão de crédito (Visa, Mastercard ou Amex): ter limite
disponível de R$350,00 no crédito. Levar comprovante de residência e
CPF.
Valor: R$ 2,00/hora, sendo a 1ª hora grátis.

– sem cartão de crédito: comparecer à sede do Instituto Parada Vital
(Alameda Barão de Limeira, 985, 5° andar, Campos Elíseos – Telefone
3661-0332) munido do RG, CPF, comprovante de residência (originais e
uma cópia) e duas fotos 3X4 para confecção da carteirinha, que dará
acesso ao serviço. Serão cobrados R$ 50,00, sendo R$ 25,00 para
inscrição e cadastro e R$ 25,00 como crédito para utilização no
sistema. O empréstimo de bicicletas é gratuito na primeira hora, a
partir da segunda será cobrado o valor de R$ 2,00 reais por hora.

Links para mais informações:
– Regulamento do transporte de bicicletas no metro

– Dias e Horários para o transporte de bicicletas no metrô

– Como funcionam os bicicletários, locais e horários

Confirme sua presença no evento do Facebook :

http://www.facebook.com/events/197478073701331/

 

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